quinta-feira, 18 de outubro de 2007

A germinar

Isto anda meio parado porque o tempo das cerejas já acabou...

Lancei à pouco tempo as sementes à terra (a criação deste pomar).

Os dias têm sido muito iguais a todos os outros. Estou cansada.

Cada dia que passa é mais uma intriga, de repente toda a gente me ataca e não sei porquê... Não quero falar sobre isso.

Hoje já tive uma dor de cabeça daquelas por pensar na incoerência das pessoas e na estupidez instalada...

Uma boa noite.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

1. Pegar no livro mais próximo.
2. Abri-lo na página 161.
3. Procurar o quinto paragrafo completo.
4. Transcrever para o blog.
5. Não vale escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar obrigatoriamente o mais próximo).


"- De nada, minha senhora - disse eu. E embora ela continuasse a olhar para mim com ar ameaçador, fiquei tão surpreendida que não consegui dizer mais." in Memórias de uma gueixa de Arthur Golden.

O poder de um batom

Vesti umas jeans justas, a camisa chinesa, um casaco de fato e calcei o sapatos da Fly. Os tons predominantes eram o encarnado e o preto.
Sentei-me numa cadeira alta e deixei que me
mimassem... Resultado: pestanas XL, pele uniforme e luminosa e os lábios encarnados escuros.
Fui ter com ele ao pé das revistas.

Reagiu bem. Gostou do que viu.
Aproximou-se e limpou-me o canto da boca, ligeiramente borrado, delicadamente com um dedo.

Elogiou-me. Vi os olhos dele pousados sobre mim.
Tinha à frente dele uma criatura pequena, aperaltada, com um
quê de gueixa e um brilho diferente... Talvez mais confiante. Não se devia lembrar de ver esta faceta mais madura, dona do seu nariz e cuidada.





O poder de um batom encarnado...
"Para compreender, destruí-me."

Fernando Pessoa in Livro do desassossego



"Porque eu sou do tamanho do que vejo / e não do tamanho da minha altura."

Fernando Pessoa in Livro do desassossego


"Sim, falar com gente dá-me vontade de dormir."

Fernando Pessoa in Livro do desassossego

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

"Tudo é ousado para quem a nada se atreve"

Fernando Pessoa in Livro do desassossego

domingo, 7 de outubro de 2007

I choose my friends not by their skin or other archetype, but by the pupil.
They have to have questioning shine and unsettled tone.
I'm not interested in the good spirits or the ones with bad habits.
I'll stick with the ones that are made of me being crazy and blessed.
From them, I don't want an answer, I want to be reviewed. I want them to bring me doubts and fears and to tolerate the worst of me.
But that only being crazy.
I want saints, so they dount doubt differences and ask for forgiveness for injustices.
I choose my friends for their clean face and their soul exposed.
I don't just want a man or a skirt, I also want his greatest happiness.
A friend that doesn't laugh together doesn't know how to cry together.
All my friends are like that, half foolish, half serious.
I don't want forseen laughter or cries full of pity.
I want serious friends, those that make reality their fountain of knowledge, but that fight to keep fantasy alive.
I don't want adult or boring friends.
I want half kids and half elderly.
Kids, so they don't forget the value of the wind blowing on their faces and
elderly people so they're never in a hurry. I have friends to know who I am.
Then seeing them as clowns and serious, crazy and saints, young and old, I will never forget that 'normalcy' is a steril and imbecil illusion.


Oscar Wilde
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